1. Documentos do acidente
- boletim de ocorrência;
- CAT, se houver relação com o trabalho;
- prontuário do pronto atendimento;
- fotos ou registros do evento, quando pertinentes;
- documentos hospitalares.
2. Documentos do tratamento
- raio-X, tomografia, ressonância ou ultrassom;
- relatórios de ortopedista, neurologista, oftalmologista ou outro especialista;
- relatório cirúrgico;
- fisioterapia e reabilitação;
- atestados e relatórios de alta.
3. Prova da sequela atual
O documento mais útil costuma ser aquele que não apenas repete o diagnóstico, mas descreve a limitação funcional: perda de força, amplitude, estabilidade, sensibilidade ou outra restrição objetiva.
Exames atuais podem ajudar a demonstrar permanência da alteração, desde que sejam interpretados no contexto clínico.
4. Prova previdenciária
- CNIS;
- CTPS;
- carta de concessão e cessação de benefício por incapacidade;
- processos administrativos anteriores;
- comunicações do Meu INSS.
5. Prova do trabalho habitual
Esse é um ponto subestimado. O auxílio-acidente depende da repercussão da sequela no trabalho habitual. Por isso, vale registrar cargo, tarefas, esforço físico, uso de ferramentas, postura, movimentos repetitivos, deslocamentos e outras exigências.
Checklist rápido antes da análise
Fontes de referência: INSS — Auxílio-Acidente · Lei 8.213/91, art. 86 · STJ Tema 862 · STJ Tema 416.
Separe a data do acidente, sua profissão na época, os principais documentos médicos e a limitação que permaneceu.
Conversar com o escritório ↗